Testimonios 2004
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Hachshara Bnei Akiva 2004 – Eu Fui !
Parece que foi ontem. Dezenas de pessoas no Aeroporto Santos Dummont foram se despedir de seus onze grandes amigos que iriam para Israel em feveireiro. Na verdade, nao eram todos que iriam naquele dia. Haviam mais alguns que embarcariam em Sao Paulo quinze dias depois, um carioca da Suica, tres uruguaias, uma argentina e mais uma carioca que somente em agosto se juntaria a nos. Foi triste, mas no fim, tudo acabou em pizza. Isso mesmo. Logo que chegamos em Eretz Hakodesh, fui eu e Marcel comer pizza no aeroporto, esperando onibus par air ao Kibutz Lavi, sem perder tempo (isso e uma looooooonga historia). Eramos os primeiros, e quinze dias apos os outros se juntariam, pouco a pouco, a nos.
Assim comecou tudo, com apenas dois meses de Kibutz, que fica perto de Tveria, as coisas comecariam a desenrolar. Em abril, apos Pessach, estariamos nos dividindo em Yeshiva(meninos) e Midrasha(meninas). Foi estranho ‘mudar de vida’ para alguns, de uma rotina de trabalho todos os dias para ficar estudando o dia todo. Dois meses depois, estavam todos fazendo um programa no exercito de Israel, chamado Marva, junto a outras 80 pessoas, aprendendo sobre a Tsava, sionismo, muito hebraico, a atirar, ter disciplina, e varias outras coisas. Muitas mesmo!
Em agosto, mes de Elul, estavamos voltando a estudar mais Tora, ate Yom Kipur,(com um periodo de passeio para Eilat) para depois comecarmos o Seminario de Hadracha e de Sionismo, onde estamos agora. Essa e uma das atividades do Seminario, e tivemos 40 minutos para fazer todo o jornal. Precisamos dividir tarefas para fazer tudo rapido. O que voces estao vendo e o que conseguimos em pouco tempo, mais um pouco para botar tudo no computador. Nao reparem nos erros. Temos textos em Portugues, Casteliano e em Hebraico (eu acho). Queria desejar tudo de bom aos que estao terminando a Hachshara 2004, que tenham muito sucesso, pondo em pratica tudo o que aprenderam nesse ano, e chamar a todos que ainda estao em duvida se devem vir aou nao no ano que vem para que venham. E uma oportunidade unica, e vale muito a pena, aprende-se muito aqui.
Aos Integrantes da Hachshara :
Ariel Arthur Bianca Celso Dalit Ilana Isaac Lazaro Leo Shor Marcel Marcelle Miki Melina Nati Ricardo Ronit Stefi Suzie Tome
A todos os Madrichim: Daniel Segal, Sabrina Lgow, Valeria, Moshe e David.
A todos que ajudaram e ao nosso querido diretor: Shmuel K.
OBRIGADO POR TUDO! TODOS MERECEM!
AM ISRAEL BEERETZ ISRAEL, AL PI TORAT ISRAEL!!!
LESHANA HABAA BEIERUSHALAIM HABNUIA!
Chazak Veematz!
Celso Wakslicht
A epoca da Yeshiva da Hachshara e uma das partes mais importantes. E a maior diferenca da Hachshara em relacao aos outros programas. Aprendemos a viver e ver Eretz Israel pela luz da Tora, estudando em grupo com israelenses e estudando hebraico ao mesmo tempo.
Neste tempo, alguns tem a oportunidade de ter seu primeiro real contato com a Tora num ambiente ideal com o ideal de nossa Tnua. TORA VAAVODA! Isso e que faz com que nosso movimento junte a realidade da vida moderna com a Tora, mostrando que isso e possivel.
Meninos da Hachshara
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As meninas da Hachshara 2004 " AMLAT " durante o periodo de estudos na Midrasha MACHON ORA moravam num hotel chamado YERUSHALAIM GATE. Todo dia de manha acordavamos mais ou menos as 8 horas e tomavamos cafe, comprados por nos mesmas no supermercado. So pra variar, nao tomavamos cafe juntas porque sempre havia algumas que, por algum motivo, que ate agora eu nao consegui descobri, chegavam atrasadas ou nem ao menos tomavam cafe. Mas, mesmo assim, continuavamos seguindo nosso dia e iamos pra Midrasha. De novo, as meninas se atrasavam ao chegar na Midrasha! Sempre nossas aulas demoravam pra comecar! E ne! Iniciavam nossas aulas as 9:30, quer dizer, as 10 considerando o atraso ne... Era ironico! Motivo de piada mesmo!!!!
Tinhamos aulas excelentes... Tziniut, Bereshit, Cashrut, 13 principios de Emuna, Parashat Hashavua e milhoes de outros temas incriveis.... Na primeira fase da midrasha ficavamos arrasadas a cada vez que abriamos, na hora do almoco nossa MICROMARMITA! Era um ASCO!!!! Hehehe, pouquissima comida.... mas mesmo assim, pra gente, isso tambem era motivo de piada! So agora, porque na hora ficavamos danadas da vida!!!! De tanto que reclamamos, na segunda fase tivemos uma melhora incrivel... Alem de MUITAAAA comida tambem tinhamos otimo cardapio! Cada frango! Hummm!!! Depois do almoco, tinhamos a continuacao de nosso tochnit... Depois de um dia inteiro de ralacao e muitooooo estudo, iamos pro hotel e PREPARAVAMOS, NOS MESMAS, NOSSA COMIDA!!!!!!!!!! A cada dia 1 quarto cozinhava. E voces ja imaginam como ficava a comida ne! Cada dia que tinha arroz, sem comentarios... Aos poucos, as meninas foram comecando a melhorar seus dotes culinarios e as coisas melhorando... Mas ate que isso acontecesse, imaginem o que tivemos que comer ne! :) ;)
E assim era nosso dia a dia na midrasha bem resumidoooooo!!!! Quer essa alegria pra voce tambem??
Venha pra Hachshara do Bnei Akiva e tenha essa experiencia inesquecivel pra voce tambem!!!!!!
Suzy Edelman
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Yo naci en Uruguay y estoy en el mejor ano de mi vida, o sea, en la AJSHARA AMLAT 2004.
Les paso a contar una de las mejores cosas que hicimos en el ano que es ”MARVA”
Marva es un programa de la tzava que duro 2 meses. Nos dieron uniforme, cumpta, efod, zapatos y lo mas lindo y mas emocionante fue cuando nos dieron lo mas esperado “el arma”, que la teniamos que llevar a todos lados, desde usarla como almohada hasta banarnos con ella. Aprendimos a usarla y llegamos a tirar con ella al blanco.
Dormimos en carpas y aprendimos a hacer las cosas con mas rapidez e inteligencia.
Obviamente no podia faltar …CASTIGOS; por ejemplo si te movias en el “jet” tenias que hacer lagartijas la primer semana 25 hasta llegar en la ultima semana a 65.
Otro castigo muy famoso fue “shaot en la ietzia”. Era cuando teniamos shabat libre y teniamos que quedarnos desde media hora hasta 5 horas haciendo nada en las bases de Yerusalaim y Tel Aviv.
Durante las 8 semanas que duro el programa fuimos cada semana a un lugar diferente desde el Norte al Sur.
Tuvimos una semana de chicos y chicas separados donde las chicas fuimos mefakdot, una semana sport, una semana de paseos y una semana en Yerushalaim
Terminando el programa tuvimos un acto en la tumba de David Ben Gurion y su esposa Z”L,
en la cual aprendimos la importancia de cada jaial de Eretz Israel y el esfuerzo que hacen por cuidar de nuestra tierra, la tierra de AM ISRAEL.
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Majon de Madrijim Curso de Madrijim
Llegando al ultimo mes de Ajshara nos encontramos con el “Majon madrijim y tzionut datit”, 3 semanas llenas de peulot y shjurim aprendiendo nuevos métodos y tácticas para ser mejores madrijim con diferentes ternas como: hablar con los janijim, como utilizar los gestos en las peulot, la mejor vestimenta para las actividades y también temas como:
historia judía, actualidad de la situación árabe-israelí entre otros también muy interesantes.
En ese periodo recibimos por parte de nuestros madrijim Daniel Segal y Sabrina Lgow mucho material, desde joveret de juegos hasta jovrot de peulot, cuentos y materiales muy interesantes, los cuales, si D’s quiere, los podremos utilizar con todo lo que aprendimos cuando volvamos a nuestros países con nuestros janijim y en nuestra kehila.
No podemos olvidar que estas tres semanas en katamon (Rechov Nikanor 32) no solo tuvimos shiurim y peulot espectaculares, sino que también tuvimos paseos increíbles desde Kikar Rabin, donde mataron a Itzjak Rabin Z”L; En Tel Aviv donde leyeron la independencia; Gush Etzion, Castel; Latrun; Mini Israel; Ein Gedi y muchos lugares mas, muy lindos, con vistas espectaculares como hay en todo Israel.
En fin, el majon fue una experiencia única y fundamental para nuestro trabajo, dándonos la posibilidad de ser personas mas capaces de crear soluciones y así, poder, mas que nunca, ayudar nuestra tnua y las personas que la constituyen.
Ronit Gerecht
Siempre pensamos que ser tolerante es saber escuchar y aceptar las opiniones del otro…hasta que decidimos ser participes de este tojnit y pronto nos dimos cuenta que mi “yo” paso a segundo plano porque había llegado el “nosotros” 18 personas, 18 formas de pensar y para complicar mas las cosas...de 3 paises diferentes y cada uno con su cultura y forma de comunicación...cuando fuimos conciente de esto...inconscientemente empezamos a trabajar sobre nuestro nuevo concepto de tolerancia...la de convivencia en PAZ o al menos aspirando a ella...
Por supuesto que no somos perfectos, a veces supimos renunciar a nuestro “yo” y otras no ...superamos individualmente y en conjunto muchos obstáculos...ya falta poco para nuestra despedida...ahora estoy segura que cada uno de nosotros va extrañar las locuras y mañas de los otros, porque si aprendimos mucho... y bastante sobre tolerancia.
Miki Sutton
Muitas vezes nos ensinam o quao importante e ajudar o proximo, fazer mitzvot ben adam lahavero, trabaihar pela nossa Eretz Israel, enfim, diversas outros ensinamentos que para muitos nao passa da teoria. Por mejo da ahshara e, principalmente com a itnadvut, no entanto, podemos aplicar na pratica tais ensinamentos e aprendizados.
Baruch Hashem, somos pessoas saudaveis, disponibilizamos de plenos sentidos, corn um minimo de cerebro sano para delimitar certos comportarnentos. Alem disso, nao nos falta comida na mesa, nem urna casa aconchegante pata habitar. Por essas e outras, muitos na mesma situacao, pensam ser a vida so feitas de coisas boas e belas. ou por mais que tenham nocao de que ha, de fato, dificulades ou desgracas , nunca a viram de perto.
Para uns como um choque , para outros assustador ou para outros, superavel e incrivel. Assim foi , resumidamente, as impressoes do hospital Herzog, depois de passadas algumas experiencias, alguns sustos e certamente, alegrias juntas aos mais diferentes tipos de pessoas psicologicarnente disturbadas. O mais interessante e o fato de que, muitas delas, parecem sanas e norrnais, quando, todavia, podem a qualquer momento ter urna reviravolta e tomarem- se estericas ou agressivas. O importante e que estavamos la, para, alem de anima-las, dar urna atencao especial mais particularmente a cada urna das pacientes da psicatria, ou ajudar de alguma forma. Alem disso, e sabido que, gracas a um voluntario, descobriram no mesmo hospital que um paciente que, aparentemente, era autista, na real ¡dade, nao era. E isso deu-se a conversas entre tal voluntario e o paciente, fotos mostradas , historias contadas.. .rnuitas vezes, pode ate parecer que nao escutam ou dao importancia, quando na verdade, urna resposta aprece inesperadamente.
Outro trabaiho tambem incrivel fol o do Kerem Kaiemet, - talvez o mais incrivel do trabalho, particurlarmente, tenha sido a vista maravilhosa do local, mais tudo vale!! E muito satisfatorio poder ter a certeza de estar contribuindo, por mais pouco que seja, com a beleza de nossa terra, a natureza mais variada em um pequeno espaco de tena, queja tenha visto. Daqui cabe algumas reflexoes...como, por exemplo , de urna tena tao seca, pode florecer tanto verde (relativamente)?! Milagres de Hashem...
Nao podia terminar tarnbem sem mencionar o trabalho dos cartoes e a ida ao hospital hadassa. Primeiro, os encontros para fazer tais cartoes a serem entregos as criancas doentes do hospital - super agradaveis e fofos. .,tanto os proprios encontros quanto os cartoes, com os quais pudemos usar nossa criatividade... — depois, o proprio encomio com os pacientes.. .bebes, enancas e adolescentes.. .quando entregamos os cartoes e com eles conversamos. ..arrancar um sorriso de seus rostos, talvez tenha sido o mais satisfatorio.
Enfim, obviamente que nao e viavel escrever aqui todos os detalhes dos trabalhos, nem de todos os sentimentos obtidos durante suas realizacoes, porem, fato que foram todos muito relevantes e importantissimos no adquirimento de maturidade e experiencia de vida, principalmente se tratando de terem sido realizados aqui em Israel e com o nosso proprio Am.
Ilana Zeitune
A Sociedade Perfeita
Israel tem cerca de 200 Kibutzim, dos quais somente 16 sao religiosos. Participando durante um mes e meio da vida de um Kibutz ”a moda antiga”, tivemos a oportunidade de ver a organizacao e conhecer o que pensam as sociedades e as pessoas, em sua individualidade, que vivem e trabalham nesse modo peculiar de Israel.
Um ambiente tranquilo, com gente alegre. Pouquissimos carros e muitas bicicletas transitam pelas vias verdes e floridas, criancas de todas as idades andam sozinhas e despreocupadas e todos acordam cedo, pois para religiosos que trabalham, o dia e longo. Depois um reforcado cafe-da-manha, cada um vai para o seu trabalho. Alguns exercem trabalhos bracais, como agricultura ou na industria. Outros trabalhos mais administrativos ou pedagogicos, como cuidar das criancas de uma faixa etaria de todo o kibutz. E ha ainda quem trabalha fora, como medicos e advogados usando para isso carros da comunidade e transmitindo a renda integralmente para ela. Qualquer pessoa pode ser recrutada com alguma periodicidade para trabalhos como os da cozinha. Existem ferias e todos se conhecem, havendo uma relacao agradavel.
No fim do dia, ha grupos de estudos e aulas sobre religiao, opcionais. As criancas ficam juntas na escola e numa especie de clubinho, um para cada idade, enquanto os pais trabalham. Assim participam de atividades e jogos em grupos, ficando de noite com suas familias.
Diferentemente da ideia superficial de que as pessoas e coisas sao todas iguais num Kibutz, pensamento dominante que estava em varios de nos, percebemos que cada Chaver Kibutz tem sua individualidade. Cada morador pensa diferente, veste-se do seu jeito e tem sua opiniao. A decoracao das casas e ate o jeito de lidar e cumprir com a religiao tambem variam. So sao coletivos os trabalhos, a comida (quem nao quer cozinhar e comer em casa, para isso serve o refeitorio) e o dinheiro. Vale lembrar que o Kibutz paga estudos universitarios quando um dos moradores quer faze-lo. As pessoas visivelmente nao sao egoistas. Uns ajudam os outros, se preocupam com o coletivo, nao ha necessidade de trancar as casas e nada “some”, mesmo coisas valiosas deixadas no refeitorio e na sinagoga.
Concluimos entao, que apesar de nao estarem no auge de suas existencias, os Kibutzim e suas variantes (moshav, moshava, etc) ainda consistem numa boa opcao de lugar e modo de viver.
Ariel Rolnik
Nao gasto muito de escrever o que penso numa foiha de papel. Sinto que quando escrevo, uso palavras tiradas do íntimo da minha alma para representar urn ideal. Talvez, por isso mesmo eu tenha um certo recelo ao escrever e acabo me sentindo vulner
Mas sei que nao poderia deixar passar em v essa oportunidade de colocar urna marca minha nessa tao pequena, mas, ao mesmo tempo, tao importante lembrarnca de uma fase de nossas vidas que sempre estara’ presente em nos
Parece ate’ que foi ontem que cheguei no aeroporto “David Ben Gurion” com a galera do Rio de Janeiro. A todo momento nos surpreendiamos com algo diferente de nossa tao querida “Eretz Ha—Kodesh”, assim como crianças se surpreendem ao receberem um novo brinquedo. E que levante a primeira pedra aquele que disser que n se maravilhou ao ver, cm todas as ruas, placas de transito escritas em 3 idiomas diferentes: Hebraico, Inglés e Arabe.
Mas assim e’ a vida. Ao longo do tempo nos acostumamos com as coisas que estao ao nosso redor e acabamos deixando de nos surpreender com as pequenas coisinhas da vida.
Sel que este foi um ano de constantes conflitos, tanto em relaçao a nossos proprios valores, como em rela a nossos amigos. Eu sei que nao foi facil, mas, aos pouquinhos, fomos aprendendo a respeitar as diferenças dos outros e, mais ainda, o espaço dos outros. Acho que tudo que se passou com a gente foi otimo para que conseguíssemos reforçao cada vez mais nossos propios valores e, com isso, me refiro ao nosso modo de pensar e agir assim como a nossa identidade “Yehudiah”.
Depois de tantas coisas incríveis que passamos, creio que seja insensível de nossa parte nao agradecer a todos aqueles que foram responsa’veis para que esses momentos pudessem ter ocorrido. E e’por isso que venho, representando a todo o grupo, agradecer por toda a dedicaçao de voces:
Aos nossos pais, que por mais que, rio iní nem todos apoiassem a ideia de vir para a hachshara acabaram percebendo, mais tarde, que era bom para nos. E se nao fosse palo apoio deles nao estariamos aqui ate hoje.
Obrigada aos nossos amigos que estío no Brasil e tiveram que se privar de nossa companhia por esse ano e aos nossos amigos daqui de Israel que, com a ajuda deles, conseguimos nos adaptar melhor na sociedade israelense.
Obrigada aos nossos madrichim, Valeria, Sabrina e Daniel, que nos ensinaram bastante ao longo desse período se dedicando e se comprometendo conosco o máximo possivel que “beezrat Hashem” continuem a propagar seus conhecimentos entre “Am Israel”.
Obrigada ao Gael e ao Rav Rafi, que sempre estiveram por tras do nosso programa e sempre vieram dar uma gotinha de “TORA” em alguns momentos da achshara. Assim como aos nossos morim da midrasha, aos palestrantes e “peulantes”, que tambem agregaram muita coisa a nossa vida.
Obrigada ao ilan que, com suas “hassaot”, teve que aguentar os nossos constantes atrasos. Aos ‘bitchoniim” e “shomrim”, que nos protegeram e foram excelentes amigos e companheiros. Pena que nao aproveitarnos mais esta oportunidade de meihorar nosso hebraico
Um SUPER OBRIGADA ao Shmuel, que teve que aguentar os nossos “pepinos” durante toda a “hachshara”, por ter nos ajudado sempre que precisavamos e por sua incrível dedica ao programa. Voce e um grande responsavel pelo bom sucedímento de tudo. Que “hakadosh Baruch—hu” possa lhe retribuir de forma equivalente a seu trabaiho, pois um simples obrigado é muito pouco.
Um obrigada muito especial para o Gadi e Anat por ter reunido esse grupo tao grande do Rio de Janeiro, pelo apoio e incentivo em momentos que achávamos impossível a realizaçao desse sonho de vir para “Eretz Israel”. E que “hakadosh Baruch—hu” continue com voces abençoando todas as suas açoes, pois seu Zchut e multo grande para nos.
E por que nao agradecer a “Ele”, que o malor respons de todos, petos momentos mais incríveis de nossas vidas? Obrigada “Ha-shem”, por tudo que nos proporcionou. Sei que qualquer coisa que possa dizer serio meras palavras, mas espero que possamos agradecer. em devida propor e equival com nossas aç neste mundo, retribuindo com bondade a outras pessoas que aqui vivem, assim como o “Senhor” o fez e faz sempre.
Para finalizar, gostaria de dar um agradecimento, em particular, para todos os meus companheiros de hachshara, que foram como uma família para mim. Nao preciso entrar em detalhes, nem citar o nome de ninguem em especial, pois todos estivemos no mesmo barco, compartilhando experiencias iguais e diferentes. E, com isso, aprendemos a nos respeitar. Obrigada aos meninos por alegrarem nossos dias com suas pitadas de humor, as meninas por sua cumplicidade e pelo ombro amigo nas horas mais difíceis, e um especial para as uruguaias e argentina, por aprenderem a lidar com as diferenças culturais da melhor forma possível.
Tenho apenas mais uma mensagem e um pedido para deixar para voce
“Nunca deixem de se surpreender com as pequenas coisinhas da vida, pois assim voces acabam deixando de ser sensíveis as pequenas criaçoes divinas.”
Obrigada por tudo,
Marcelle Beinisch